A lista anual da Variety que elenca as 500 pessoas mais influentes e impactantes na indústria do entretenimento foi divulgada no dia 17 de dezembro e Scarlett foi uma das homenageadas. Confira:

Johansson pode ter parecido uma heroína de ação improvável quando foi escalada na franquia “Avengers” da Marvel, mas como uma atriz multifacetada, ela não apenas tem seu próprio spinoff “Black Widow” chegando, mas a parte final, “Endgame” com quase US$3 bilhões, tornando-se o maior filme de estúdio de todos os tempos e fazendo de Johansson uma das atrizes mais bem pagas do planeta. Polvilhando algumas participações especiais no “SNL” como Ivanka Trump e estrelando a atrevida comédia de 2017 “Rough Night”, ela estrelou nesta temporada de festivais com a sátira de Hitler “Jojo Rabbit” e “Marriage Story” da Netflix, ao lado de Adam Driver. Nascida em Nova Iorque, Johansson recebeu elogios aos 13 anos, estrelando com Robert Redford em “The Horse Whisperer”, de 1998, e depois conquistou o Globo de Ouro por “Lost in Translation”, de 2003.

É a terceira vez seguida que Johansson aparece na lista, desde 2017, na sua primeira edição.

O New York Times divulgou uma lista com os 10 melhores atores do ano e Scarlett aparece por seu brilhantismo em Marriage Story. Confira:

Lados são o caminho do divórcio. Cada parceiro vai para um, e então todo mundo tem que escolher. Portanto de que lado Marriage Story está? Parece que do Charlie. Adam Dricer interpreta ele com tanto charme enrolado que você talvez ignore seu egoísmo (ele é um venerado diretor do centro da cidade) e falha em perceber a Nicole, a atriz que está saindo de suas sombras.

Ela emerge, na primeira cena, da escuridão para a luz, e então inunda a montagem com os atributos que Charlie acha mais adoráveis. Minutos depois, ela está enfiada em um escritório de um mediador, irada. Seus olhos estão molhados e preocupantemente pequenos. Ela não quer ser a garota dos sonhos daquela montagem. E a única maneira de resolver isso é desanuviando.

Interpretando Nicole, Scarlett Johansson talvez tenha a tarefa de atuação mais difícil do ano. Ela tem que observar e absorver enquanto Driver ferve, Laura Dern declama, Ray Liotta vaza unção e Julie Hagerty furta tudo o que pega. Mas a combinação da firmeza emocional e incerteza pessoal de Johansson é o coração desse filme.

Em algum ponto, Nicole visita o confortável, arranha-céu, escritório de advocacia da guerreira de divórcio de Los Angeles de Dern, que se inclina e tudo mas sussura, “O que nós vamos fazer é contar a sua história.” E então por uns 10 minutos, Johansson perambula pelo escritório, em reflexão, exclamação, exalação, lágrimas. Contando. Enfim. Johansson não é creditada o suficiente por ser uma boa falante em filmes; por Woody Allen, em “Scoop” e “Vicky Cristina Barcelona”, e em um filme como “Her” de Spike Jonze, onde seu doce alto é a voz de um sistema operacional inteiro. Mas dar idioma a anos de esperança inexpressada e exasperação naquele escritório de advocacia é a fala mais maravilhosa, mais humana que Johansson já fez.

Johansson está interpretando uma mulher cuja certeza, durante anos, foi dividida por segundas intenções conjugais, pela grandeza emocional de Charlie (e Driver). O que resta é tristeza, cansaço, indignação e auto-redescoberta. Talvez seja preciso uma segunda observação para descobrir que a racionalidade de Nicole (e de Johansson) obvia esse conceito como lados. Mas este é um filme de divórcio; e se está nos levando para ameias, eu estou na dela. — Wesley Morris

Confira a lista completa com todos os atores aqui.

A revista Variety divulgou na terça-feira, 01, uma lista de personalidades de Nova Iorque — sejam eles diretores, jornalistas ou atores — e Scarlett Johansson foi uma das celebridades mencionadas. Confira o trecho que cita Johansson:

A fusão do bom-senso artístico e do perspicaz senso de negócios diferencia Nova Iorque, e essa lista faz um tributo a ambas qualidades, com alguns dos artistas que definiram este ano — O diretor e a estrela de “Marriage Story” Noah Baumbach e Scarlett Johansson; os dramaturgos Jackie Sibblies Drury, Katori Hall e Jeremy O. Harris; e a novelista Taffy Brodesser-Akner — compartilhando espaço com negociadores como Paul Buccieri da A&E, Glen Basner da FilmNation e Mackenzie Roussos da UTA. O que todos eles têm em comum é Nova Iorque: as oportunidades que a cidade ofereceu, e a coragem que ela não consegue evitar de dar a todos aqueles que a chamam de lar.


Scarlett Johansson: Rainha das Telonas


Com vinte e cinco anos de carreira, Johansson continua se desafiando. Neste ano, ela roubou os holofotes no filme com a maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” enquanto deslumbrava com calor alternado e afiação nos filmes alternativos “Marriage Story” e “Jojo Rabbit.” A seguir, mais lançamentos: um trabalho solo para a Marvel onde é a atração principal, em “Viúva Negra” de 2020, e, possivelmente, sua primeira — e segunda — indicação ao Oscar.

Leia aqui a lista completa da Variety.

O Collider liberou uma matéria sobre o mais novo filme da Marvel, “Capitão América: Guerra Civil“, onde mostra 115 coisas para saber sobre o filme.

O site entrevistou parte do elenco e a produção do filme em uma visita ao set de filmagens e listou coisas sobre o filme. Traduzimos alguns trechos da matéria, confira:


 

Diretores Anthony e Joe Russo

  • Enquanto eles veem Capitão América: Soldado Invernal como um thriller político, Capitão América: Guerra Civil é um thriller psicológico.
  • Esse filme cria ramificações que levam à Guerra Infinita.
  • A Viúva Negra tem um arco complicado de seguir nesse filme, e o Pantera Negra foi difícil também, porque ele é um estranho no meio de uma “briga de família”.
  • O filme começa rapidamente e as complicações vêm logo em seguida. Viúva Negra e a Feiticeira Escarlate abrem o filme juntas.
  • O filme começa com uma batalha íntima semelhante à de Soldado Invernal. “É uma missão muito específica no começo do filme e personagens específicos envolvidos nessa missão, algo acontece que desencadeia os eventos do filme”, diz Joe.
  • Eles reconhecem que será mais fácil para o público ficar do lado do Capitão porque é o seu filme e ele tem mais tempo de tela. “Entretanto, Tony tem a motivação mais emocional no filme. A motivação mais humana. A do Capitão é filosófica”.

Roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely

  • Há “enredos A, B e C nesse filme” e “se Guerra Civil é o enredo A, então a história do Bucky é o enredo B”.
  • Passou-se um ano desde os eventos de Ultron e Homem-Formiga.
  • Haverá um acontecimento que obriga os governos do mundo a reconsiderar os Vingadores.
  • Ao contrário dos quadrinhos de Guerra Civil, isso é sobre supervisão e regulação ao invés de desmascarar alguém.
  • Por conta de sua natureza como agente dupla, é mais difícil para a Viúva Negra entre todos para escolher um lado.

Chris Evans e Sebastian Stan

  • Stan espera que Bucky interaja com o Visão. Evans realmente gosta de suas cenas com Scarlett Johansson.

Produtor Nate Moore

  • Pensa que as duas principais coisas que o filme adiciona ao MCU são o Pantera Negra e pagar a promessa ao final de Soldado Invernal. Esse filme vai também dar os próximos passos no relacionamento do Capitão com a Viúva Negra e a elaboração de uma trilogia adequada com os dois primeiros filmes do Capitão América.
  • Essa nova equipe dos Vingadores têm trabalhado juntos por um ano. “Eles estão mais próximos,” diz Moore. Não é como os primeiros Vingadores, onde eram um grupo de resposta discrepante. “Mais uma vez, é por isso que Guerra Civil é poderoso, porque não é um monte de pessoas que acabou de se conhecer uns aos outros discutindo. É um monte de pessoas que passaram um ano juntos crescendo como uma unidade e se tornando verdadeiros amigos e sendo separados de repente”.

Traduzido pela equipe do Scarlett Johansson Brasil. Para ler a matéria completa, acesse o site do Collider.

Capitão América: Guerra Civil estréia no dia 28 de abril nos cinemas brasileiros.

O Vulture divulgou a sua já tradicional lista de 100 astros de cinema mais valiosos nesta segunda-feira. Como no ano passado, Scarlett Johansson aparece nela em 10ª lugar, subindo 21 posições em relação a 2014.

Os critérios para a eleição continuam os mesmos: são levados em consideração a bilheteria que os filmes do ator/atriz fazem nos EUA e no exterior, seu valor de estúdio, carisma, número de Oscars, a pontuação com os críticos, menções no Twitter e valor de tabloide. Saiba os motivos de Scarlett ocupar a 10ª posição:

SCARLETT JOHANSSON
Black Widow invade o top dez, e provavelmente não vai parar por aqui.

“Lucy” (2014) provou que Scarlett Johansson é uma das maiores estrelas do mundo, e “Vingadores: Era de Ultron”, deste verão, acrescentou mais um sucesso esmagador de todos os tempos ao seu currículo. Ela está em uma poderosa lista agora, é por isso que Johansson saltou para dentro do top dez desta – e seu 2016 parece tão sólido, com aparições em “Ave, César” dos irmãos Coen, um papel de voz em “Mogli – O Menino Lobo” de Jon Favreau, e outra co-liderança na certeza-de-ser-enorme com “Capitão América: Guerra Civil” dominando a primeira metade do ano.

Posição em comparação a 2014: +21
Bilheteria doméstica: $ 68.486.341
Bilheteria no exterior: $ 76.998.131
Valor de estúdio (1-10): 9
Carisma: 69%
Oscars: 0 vitórias, 0 nomeações
Pontuação dos críticos (1-100): 60
Menções no Twitter: 2051
Valor de tabloide (1-10): 9

Scarlett também está nas listas: Astros de Ação (7º lugar), Astros de Drama (8º lugar), dos Mais Respeitados (30º lugar), Alvo dos Tabloides (17º lugar), Astos Internacionais (16º lugar), Astros de Estúdio (13º lugar).

Fonte

Nesta segunda-feira (29), a revista americana Forbes divulgou a tradicional lista anual das celebridades mais bem pagas do mundo. Scarlett Johansson faturou US$35,5 milhões nos últimos doze meses, garantindo o 65° lugar na lista. É a segunda atriz mais bem paga, ficando atrás de Jennifer Lawrence, em 34° lugar, que faturou US$52 milhões. Entre as mulheres presentes na lista, Scarlett é a 10° personalidade mais bem paga do mundo, sendo que a primeira é a cantora americana Katy Perry.

Fonte: Forbes