A Variety divulgou recentemente que a Scarlett Johansson irá estrelar o novo filme do diretor Taika Waititi, de Thor: Ragnarok. Confira a tradução da matéria completa abaixo:

Scarlett Johansson está finalizando as negociações para estrelar o filme sobre a Segunda Guerra Mundial da Fox Searchlight, “Jojo Rabbit”, de acordo com uma fonte para a Variety.

O projeto é uma continuação de Taika Waititi para “Thor: Ragnarok” e se passa durante a Segunda Guerra Mundial, focando em um jovem alemão que descobre que sua mãe, interpretada por Johansson, está escondendo uma judia em sua casa.

Enquanto Waititi tem recebido diversas propostas devido ao sucesso de “Thor: Ragnarok”, o diretor deixou claro que Jojo Rabbit será seu próximo filme. Durante sua agenda ocupada de gravações para o piloto de O Que Nós Fazemos Nas Sombras, Waititi pode se encontrar com Johansson para discutir sobre o papel.

Com Johansson já confirmada, Waititi está à procura de um ator para o papel do garoto.

Waititi escreveu o roteiro e irá produzir juntamente a Carthew Neal e Chelsea Winstaley. Espera-se que as produções comecem na primavera norte-americana.

O filme seria uma mudança de cenário para Johansson, que tem focado em filmes de comédia e ação., incluindo o filme de 2017, “Vigilante do Amanhã”, e a comédia da Sony, “A Noite é Delas”. Ela poderá ser vista em “Vingadores: Guerra Infinita” e está, também, emprestando sua voz para a animação de Wes Anderson, “Isle of Dogs”. Ela recentemente assinou para o filme da Focus, “Reflective Light”.

A data prevista para início das gravações é 28 de Maio a 20 de Julho em Praga, República Checa.

Matéria traduzida pela equipe do SJBR.

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No ano de lançamento de Vingadores: Guerra Infinita, estamos com um site mais simples, organizado e totalmente responsivo (funciona em smartphones e tablets, adaptando-se a tela). Agradecemos à Bruna, do Code For Fan que codificou o tema para a gente.

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O próximo projeto da Scarlett, Isle of Dogs, é uma animação do diretor Wes Anderson, onde a atriz dubla um dos personagens. A Fox liberou o primeiro trailer da produção. Confira no trailer abaixo!

Em um futuro distópico, a superpopulação de cães no Japão colocou os cidadãos em perigo por causa da transmissão de uma perigosa e misteriosa doença: a gripe canina. Como uma forma de proteger os humanos, Kobayashi, prefeito da cidade de Nagasaki, decide exilar todos os cães, enviando-os para um local distante, um lixão que logo passa a ser conhecido como “A Ilha dos Cachorros”. Privado da companhia de seu melhor amigo canino, o filho do prefeito embarca em uma odisseia na Ilha ao lado de um grupo de cães rebeldes para resgatar seu animal de estimação.

 

Isle of Dogs tem data de estréia nos Estados Unidos prevista para 23 de março de 2018. Ainda não há data para o Brasil.

No dia 27, o programa ‘Good Morning America‘ exibiu uma pequena entrevista com a Scarlett, onde ela fala sobre seu mais novo filme, ‘Ghost in the Shell’. Confira:

PROGRAMAS DE TV | TV SHOWS AND INTERVIEWS > 2017 > ABC’S ‘GOOD MORNING AMERICA’ – 27/03

Scarlett é capa da edição de março da Marie Claire e concedeu uma entrevista exclusiva, onde fala sobre Ghost in the Shell e ser mãe. Veja a entrevista traduzida na íntegra pelo Scarlett Johansson Brasil:


Em 2015, Scarlett Johansson estava apresentando o Oscar, andando pelo tapete vermelho em um vestido esmeralda do Atelier Versace que combinava com um dramático colar Swarovski. Mas ela estava mais preocupada com outro acessório: “Eu tive que trazer minha bomba de sucção de leite materno, porque eu estava amamentando e cada gota é importante, ” disse a atriz, que tinha dado à luz a sua filha, Rose, cinco meses antes. Depois da cerimônia, ela se encontrou com sua filha na companhia de alguns amigos como Kelly Ripa e seu marido, Mark Consuelos, mas não por muito tempo.

“De algum modo, Mark pegou minha bomba de sucção – colocou em uma bolsa com todo o leite, pacotinhos de gelo e mais algumas coisas. Ele a pegou das minhas mãos”. Johansson lembra. Ele estava apenas tentando ajudar, ela explica, “mas nossos carros eram separados. Aparentemente, Kelly olhou ao redor, e ela estava como ”espere um minuto – aquilo é a bomba de sucção da Scarlett? Nós precisamos devolver! ”, porque ela sabia o quão desesperada eu iria ficar. Nós finalmente nos encontramos na mesma festa três horas mais tarde, e Mark falava “Eu sinto muito. ”

Johansson, 32, dá uma risada alta e um gole em seu chá-vermelho. Sentada com ela no Salão Gotham no The Peninsula Hotel in Manhattan, é difícil não sentir um certo parentesco. Minutos atrás, eu estava nervoso no banheiro do hotel – ela contou sua história em solidariedade. “Foi bem humilhante”, ela disse da maternidade. Quando eu distraidamente mexi em meu sutiã de amamentação, ela perguntou, “Como estão seus seios? Ele estão ficando quadrados? Essa foi minha parte favorita. ”

Para alguém que passou os últimos anos interpretando uma super-heroína na franquia Vingadores da Marvel, Johansson é um ser refrescante. “Desculpe eu parecer uma sem-teto”, ela disse. Tendo acabado de sair de uma tour com a USO [United Service Organizations], com paradas na Turquia, Qatar e Afeganistão, a atriz chegou com um nariz ressecado, vestindo uma calça jeans Levi’s, óculos muito grandes, um tênis Adidas, e um boné dos Yankees. Ela parecia mais com a uma namorada legal do que com uma estrela do cinema. Mas não se deixe enganar, ela é a segunda parte.

Além de ter sido uma das estrelas apontadas pela Forbes como uma das que mais arrecadaram, com 1,2 bilhões de dólares em vendas de box-office, a maior prova de seu poder provavelmente é a liberdade de guiar sua vida fora de Hollywood da forma desejada. A nova-iorquina nativa tem passado seu tempo em Paris, a cidade natal de seu ex-marido, Romain Dauriac, um revendedor e curados de arte com quem ela se casou em 2014. “Paris me faz sentir em casa, ” Johansson diz. “A família do meu marido está toda ali, então minha filha pode ter primos. E ela é bilíngue, o que é ótimo.” (A primeira palavra em inglês da garotinha de 2 anos foi: “Wow.”) É também “tão estranho”, adiciona a atriz, que frequentemente se vê perdida na conversa em francês de Romain e Rose – “especificamente quando você não fala aquelas palavras, e eles estão conversando sobre isso. E eu fico sem esperanças.”

PARTE 2

Barreiras de linguagem à parte, Johansson encontrou manieras inesperadas de se encaixar na cultura parisiense. Inspirada por seu marido, que ficou impressionado quando experimentou pipoca com sabor pela primeira vez, ela recentemente abriu a Yummy Pop, que vende o aperitivo americano no distrito turístico de Marais. “Eu sempre quis ater um negócio na indústria alimentícia, mas eu nunca quis lidar com um restaurante ou bar”, ela diz. Ela espera abrir outra unidade na sua cidade favorita, Tóquio.

Ela talvez passe mais tempo lá em breve. Esse mês, Scarlett estrela a adaptação do popular mangá japonês Ghost in the Shell. Ela interpreta a Major, uma ciborgue de combate ao cyberterrorismo com nenhum órgão humano, exceto pelo cérebro. “Eu escalei Scarlett porque. de todas as atrizes de sua geração, ela se tornou a mais icônica,” diz o diretor Rupert Sanders. “Ela, mais do que ninguém, encarnou o culto à Major.” Johansson mergulhou no papel, treinando para disparar uma arma de cartucho cheio até uma arma automática. Os consultores militares não acreditaram que alguém era capaz de fazer isso, mas Scarlett sentiu que era importante para a personagem,” diz Sanders. “Ela é uma mulher incrível – em um momento, ela pode está brincando com sua filha no trailer, e em alguns minutos, ela estaria esmagando os caras ao redor da cabeça com um bastão de atordoamento.”

Johansson está ciente da controvérsia que a sua escalação causou entre os fãs da mangá original, que sentiram que o papel passou por “whitewashing” ( white (branco) + wash (limpeza) que significa fazer limpeza étnica em um personagem fictício ou histórico, transformando-o em uma pessoa branca) e deveria ter ido para uma atriz asiática ao invés disso. “Para mim, era muito sobre uma experiencia humana,” ela diz. “Eu certamente nunca presumiria interpretar uma pessoa de outra raça. Diversidade é importante em Hollywood, e eu nunca quis sentir que eu estava interpretando um personagem e que fosse ofensivo.” Ela pausa. “Além disso, ter uma franquia com uma personagem protagonista feminina é uma oportunidade muito rara. Certamente, eu sinto a grande pressão disso – o peso de tamanha propriedade nos meus ombros.”

Baseado nas estatísticas do site Box Office Mojo, Johansson é a atriz de maior bilheteria da história de Hollywood, graças em parte ao seu papel como a assasina russa Natasha Romanoff, aka a Viúva Negra, em cinco filmes dos Vingadores. Enquanto ela é orgulhosa de que seus filmes tenham arrecadado aproximadamente 3 bilhões de dólares em bilheteria na América do Norte, ela também é rápida em apontar uma ironia. “Só por que eu sou a atriz mais rentável de todos os tempos não significa que eu sou a mais bem paga,” diz Johansson, que está tentando abrir uma produtora nova, no momento ela está tentando registrar o nome. “Eu tive que lutar por tudo que eu tenho. É uma indústria constante e política. Os números nunca somam. E as pessoas são grosseiramente pagas em excesso, mal pagas, subestimadas, castigadas e processadas de todas essas maneiras diferentes. É um tipo de valor intangível que as pessoas tem. O que é o sistema exatamente e o quão inchado é o salário de alguém ou não?

No passado, Scarlett tem relutado um pouco em discutir sua experiência pessoas com a diferença salarial em Hollywood. “Algumas pessoas sentiram que eu deveria falar sobre a minha luta pessoal, a fim de lançar um centro de atenção sobre esta questão maior,’ ela explica. “Talvez eu esteja sendo presunçosa, mas eu assumi que era óbvio que mulheres em todas as posições lutam por igualdade. Sempre foi uma batalha e uma luta difícil. Minha experiência com as minhas amigas próximas e a família é que a luta é real para todo mundo. Todo mundo foi discriminada ou assediada –  o sexismo é real.”

Ela tira um fio de cabelo dos seus olhos. ” Não é que eu não quero fazer parte da discussão, mas as vezes parece egoísta. É um pouco isolante. Você vai ter alguém em certa posição que fez um comentário sobre a sua “luta” e é totalmente irrelevante.” O fato é, ela adiciona, “Alguns dos meus colegas de elenco, eu ganho mais dinheiro do que eles. Alguém como Robert Downey Jr., a diferença é grande. Mas… as pessoas ganham de diferentes formas.”

E Johansson certamente merece os dela. Filha de Melanie Sloan e do arquiteto dinamarquês Karsten Johansson, que estão agora separados, ela cresceu em West Village, em Nova Iorque, com quatro irmãos. Ela credita sua mãe, que foi a empresária de sua carreira até 2009, por ter influenciado seus gostos em música e cinema mais cedo. Talvez isso tudo venha de seus anos enquanto mais nova, ouvindo a Leonard Cohen e assistindo a filmes de Lauren Bacall, mas com sua voz naturalmente mais profunda, Johansson evocou uma qualidade antiga de sua alma na tela, que fez com que Robert Redford, que a dirigiu em “O Encantador de Cavalos“ de 1998, a chamasse de “13 com personalidade de 30”. Também é possível que, se ela parecia sábia além dos anos, é porque ela realmente era, tendo passado por momentos difíceis com a família. “Eu tive assistência pública até que eu fosse, provavelmente, uma adolescente, “ ela relata. “Nós tivemos momentos difíceis até que eu me tornasse financeiramente independente dos meus pais. “

“Eu não sei se era natural, mas com esse passado humilde, nós éramos mais capazes de sentir empatia e sentir as emoções das outras pessoas, “ diz seu fraternal irmão gêmeo, Hunter, um ex organizador de eventos do presidente Barack Obama. “Eu não sou um ator, mas pela minha experiência crescendo com atores, você precisa ter empatia. Você precisa entender a experiência humana e tudo que vem junto com ela. É isso que faz da Scarlett uma atriz tão boa. ”

Como Hunter, Scarlett é apaixonada por política. Uma porta-voz do Maternidade Planejada [Planned Parenthood], ela rejeita a ideia que celebridades deviam manter sua boca fechada quando o assunto são grandes problemas, mencionando a entrevista que Mark Wahlberg deu sobre o assunto. “Ele estava falando sobre como celebridades não devessem parar de opinar sobre assuntos políticos porque elas estão fora de alcance. Parece um tanto quanto presunçoso da parte dele, “ ela diz. “Eu acredito que é totalmente o oposto – que é realmente importante ouvir a opinião das pessoas de várias posições de poder, a história delas. Por que não? Por que eu não posso ter voz? Por que eu não posso usar minha plataforma? Qual é o ponto em ter essa plataforma e não a usar? Se você não quer se envolver, por favor, o barulho é alto o suficiente. Mas se você tem algo a dizer, diga. ”

Pelo menos, em seu circulo pessoal, nenhum tópico é limitado. “Com minhas amigas eu falo sobre qualquer coisa”, diz Johansson. “Eu quero falar sobre o que está acontecendo com sua vagina. Eu quero saber o porquê ela te odeia ou qualquer coisa. Eu quero comparar e estabelecer diferenças. Eu quero falar sobre sexo e todas essas coisas.” Não há muito tempo, ela foi à despedida de solteira de sua cunhada. “Ai meu Deus, minha cunhada conseguiu essas grandes latas de bolo de pênis. Eu fiquei tipo “Eu vou por gelo nisso”. E eu misturei esse cor de pele. De qualquer maneira, eu queria que ele ficasse com uma aparência um pouco realista. Era nojento. Mas, na verdade, o gosto era delicioso. Eu fiquei andando pela rua com um bolo de pênis, tentando, desesperadamente, conseguir um táxi.”

O lado feminino dessa garota nem sempre aparece nos filmes de Johansson, mas estará a toda na comédia Rock That Body, prevista para junho. Juntamente a Kate McKinnon, Zoë Kravitz, Ilana Glazer e Jillian Bell, ela representa uma das cinco amigas que, acidentalmente, matam um stripper durante um final de semana de despedida de solteira em Miami e quem, então, devem esconder o cadáver. “Nós gravamos uma coisa absolutamente ultrajosa”, diz Johansson, rindo. “É tipo uma premissa de ‘Um Morto Muito Louco’. Essa não é uma ideia original, mas as meninas no filme são incrivelmente ridículas e gênias cômicas talentosas.”

McKinnon, que interpreta a amiga australiana de Johansson no filme, diz “Ela é muito divertida e tem nos dado observações secas, espirituosas e absurdas sobre tudo. Eu gostaria de fazer uma cena com ela onde nós duas somos gatas. Ela é meio felina e as pessoas tem me dito que eu também sou. De qualquer maneira, eu acho que se nós fossemos gatos e estivéssemos apenas falando sobre o que estivesse acontecendo, a realidade da nossa situação, isso poderia ser alguma coisa.”

Johansson ainda não mostrou sua filha em nenhum de seus filmes, embora, ocasionalmente, Rose pegue alguns vislumbres de sua mãe na TV. “É estranho, porque eu sei que ela sabe que é eu. Se ‘Capitão América’ ou qualquer outra coisa estiver passando, eu vou até o canal e fico tipo ‘Olha só, quem é aquela?’ e ela fica meio ‘Ah, é a mamãe’. Eu não acho que ela esteja permitida a assistir qualquer outro filme que eu tenha feito além de ‘Sing- Quem Canta Seus Males Espanta’, ela diz, referindo-se a recente animação onde ela dá voz à roqueira e adolescente porco-espinho. “Eu ficarei feliz,” ela diz, com um sorriso sutil, “quando ela for velha o suficiente para eu poder mostrar-lhe filmes onde eu detono.”


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SCANS > 2017 > MARIE CLAIRE (MARCH)