A artista de cinema Scarlett Johansson tirou um tempo fora das telas para cantar duetos com o músico Pete Yorn.

Pessoas mandavam mensagens perguntando se nós já estávamos produzindo-o, diz Scarlett Johansson, sorrindo e inclinando-se levemente sobre o enorme cartaz da Billboard que dividia ela e a cadeira de seu parceiro musical Pete Yorn. “Tive sorte,” diz Yorn encolhendo os ombros, como se programar projetos de gravação com uma das maiores
estrelas de cinema do mundo fosse apenas uma questão de sincronizar calendários. “Ela estava disponível.”

O assunto dessas perguntas foi Break Up, o álbum que tem duetos inspirados de Gainsbourg/Brigitte Bardo de 2009 feito por Johansson e Yorn, cujo o tema é um colapso de relacionamentos. Esse mês eles estão retornando com um projeto chamado Apart. É também a razão que nós três estamos na penthouse suite do Manhattan Hotel, rodeados por um pequeno exército de executivos, gerentes, maquiadores, câmeras e assistentes. Johansson, claro, parecia que nasceu pra estar ali, pouca maquiagem, sorrindo como uma profissional com uma blusa branca e um jeans. Yorn parecia exatamente um cantor e compositor bem sucedido que ele mesmo é, e estava um pouco menos à vontade com a imprensa. Mesmo de volta aos grandes dias da industria da música, este não seria um
ambiente típico para discutir o lançamento de um EP, mesmo em umas faixas principais de Bad Dreams, que parece destinada a uma boa quantidade de rádios.

Bad Dreams conta a história de um pós relacionamento ruim em que dois indivíduos separados, no entanto, acham difícil escapar da vida um do outro. “Pessimista como parece, o sono nunca chegará tão fácil,” eles trilham um ao outro no refrão cativante. “Sempre teremos sonhos ruins.” (“We will always have bad dreams”)
“Sempre que você tem uma forte amizade com um diretor ou escritor, você está imediatamente detalhando as falhas dos seus relacionamentos, suas expectativas, desapontamentos e decepções,” fala Johansson, “e todas as coisas pessoais vão à tona. Os dois esperam que haja algo que você possa tirar desse conjunto de experiências.”

Yorn comentou que enquanto eles estavam gravando a track, Johansson estava passando por algumas coisas e estava realmente “sentindo” a letra, que podemos presumir que ele estava falando do seu divorcio com o jornalista francês Romanian Dauriac, com quem ela tem uma filha de 4 anos. (Ela também foi casada com o ator canadense
e estrela de Deadpool, Ryan Reynolds entre 2008 até 2011.)

“Nós estávamos falando muito sobre o relacionamento nessa história que Pete criou,” continua Johansson, “quando está separado de alguém, você se encontra preso em um lugar meloso, pegajoso e nostálgico…Você acordou de manhã e seu coração estava doendo. Mas à um longo período…Você está no meio. E embora eu possa
não ter estado naquele lugar, literalmente, no momento em que fizemos a gravação, esse sentimento permanecem com você.

Bad Dreams é um cover de uma faixa da banda indie chamada Echo Friendly, e foi um pouco dramático quando o cantor da banda, Jake Rabinbach, postou uma declaração falando que, mesmo que eles tenham assinado o acordo, eles se sentiram “explorados.” O problema foi resolvido diretamente com os músicos. Yorn explicou como seu primo Max dirigiu seu vídeo em 2012 e enviou para ele na época. “Isso seria tão legal de cantar com a Scarlett,” disse Yorn, com o tom leve de alguém seguindo um roteiro. “Nós não estendemos o que aconteceu por seis anos, a música era obviamente um cover…Eu acho que ele só entendeu errado o que fez ele ficar preocupado, mas assim que resolvemos as coisas, nós estávamos bem e foi só um mal
entendido.”

Apesar de sua aparência discreta, Yorn é poderoso na industria; tanto que em 2014 The Wall Street Journal publicou uma entrevista com Pete e seus dois irmãos, Kevin e Rick, que cresceram em Montville, New Jersey, descrevendo eles como Dinastia de Hollywood. Rick gerencia a Scarlett desde quando ela tinha 12 anos; A lista de clientes dele também inclui Martin Scorsese, Leonardo DiCaprio, Cameron Diaz e Justin Timberlake. Kevin é um advogado de entretenimento cujo os clientes incluídos são Matthew McCnaughey e Ellen DeGeneres, e Scarlett também. A carreira de Pete começou a andar logo depois do seu debut album, musicforthemorningafter em 2011.

Scarlett cantando em Lost in Translation, 2003.

Mesmo quando criança morando em New York, Johansson sabia que ela queria ser atriz, e ela fez sua estreia com 8 anos na produção off-Brodway de Sophistry with Ethan Hawke (ela teve 2 falas). Agora com 33 anos voltando da França para os Estados Unidos (ela tem suas próprias casa em Los Angeles e Amagansett em Hamptons, New York), ela já apareceu em Match Point de Woody Allen e Vicky Cristina Barcelona, em Her de Spike Jonze (como a voz de um sistema de computador), a serie de Jonathan Glazer Under the Skin, e toda sua implacável carreira de sucesso na Marvel como Viúva Negra. E ela ainda acha tempo para ganhar um Tony pelo seu papel na Brodway em A View from the Bridge de Arthur Miller em 2010.

Ao contrário das estrelas de Hollywood, que têm o desejo (muitas vezes embaraçoso) de satisfazer as suas fantasias de estrelas no palco, o canto tem sido uma paixão e um passatempo para Johansson há algum tempo. Houve um álbum solo de 2008 de covers de músicas de Tom Waits, produzido por Dave Sitek da Cult Band Tv no Radio, para o qual David Bowie a surpreendeu convidando-a para cantar. (“foi a melhor ligação que eu já recebi, ela contou pra Rolling Stones na época”). Ela formou um grupo só de mulheres chamado Singles (depois renomeado para Sugar for Sugar), que incluiu um membro do west coast all-sister trio Haim, e no Coachella de 2007 ela saiu com loucas lendas de rock alternativo escocês, o Jesus and Mary Chain, para cantar os backing vocals do hit deles de 1985 Just Like Honey. Essa música só ficou conhecida por ter sido inserida na Soundtrack de Sofia Coppola em 2003.

Musicalmente e Politicamente, o mundo está muito diferente do que era na época em que Johansson e Yorn publicaram seu primeiro albúm. Yorn até escreveu uma música sobre política em 2008, em que ele esperava que as coisas melhorassem.”É um ambiente bem diferente do que era à dez anos atrás,” diz Johansson. “É difícil ter uma perspectiva porque estamos no meio de tudo. Eu tento me lembrar, quando me sinto em momentos de grande desespero, que tem havido desafios e problemas…Toda vez que fazemos um grande salto progressivamente para frente, somos arrastados para trás mas você precisa ser persistente e paciente e ficar de olho no prêmio. Eu tento não ser sugada para o buraco que é o ambiente político em que estamos vivendo agora.”

Johansson é defensora de várias causas, incluindo o apoio à campanha presidencial de Hillary Clinton, sendo co-fundadora da iniciativa Time’s Up contra o assédio sexual em Hollywood e fazendo um discurso na Women’s March em Washington DC no dia seguinte à posse de Donald Trump. “Quando tínhamos Obama no cargo, as pessoas se tornaram complacentes ”, diz ela, “e elas não eram politicamente ativa…mas é aí que as pessoas precisam realmente
avançar, tomar uma posição e manter o foco. E os eleitores não tomaram, as pessoas também não, e agora estamos na situação que estamos com Trump, e parece que as pessoas estão lidando com as repercussões de sua própria inatividade. Então, espero que as pessoas estejam comprometidas em fazer mudanças reais, progressivas e concretas”.

Yorn e Johansson também são pais de crianças pequenas, o que teve um impacto na forma em que eles faziam músicas ou filmes. “Ter uma filha inspirou-me a ir mais fundo, ” conta Johansson, “Eu estava sempre tentando usar meu tempo com sabedoria, ainda mais ainda agora. É um presente incrivelmente valioso que as crianças lhe dão, o presente de viver atualmente. E é incrível quando você pode aplicar isso no seu trabalho, especialmente no que eu
faço.”

“Eu conheço vários atores que não encorajariam seus filhos a seguir a profissão, ” ela continua, “Mas eu cresci na industria, eu venho trabalhando por 25 anos e eu amo meu trabalho mas do que qualquer coisa que eu já fiz. Poder seguir uma paixão específica por tanto tempo e sentir que sou melhor no meu trabalho do que em qualquer coisa.
Eu sou…muito sortuda. ” Se a filha dela tiver a mesma paixão algum dia,  “Eu super encorajaria a seguir isso”, diz ela.

Os próximos projetos de Johansson incluem o novo filme sem título de Noah Baumbach, atuando ao lado de Adam Driver e Laura Dern. Não há planos para apresentações de música ao vivo, embora ela e Yorn concordem que seria divertido ter algo “íntimo” juntos. “Eu não sou uma cantora experiente,” fala Scarlett, “Então, seria assustador,
mas acho que nesta fase da minha vida talvez fosse um desafio bem-vindo e menos aterrorizante do que era há dez anos atrás.”

Eu perguntei a eles com quem gostariam de dividir o palco e um leve ar de pânico toma conta, com os olhos se voltando para os executivos observando friamente do outro lado da sala. Eventualmente eles se acomodam na escolha não-controversa de Beyoncé. Eles parecem aliviados quando eu explico que não precisa que ser um artista presente. “Ok, para mim a reunião da banda The Smiths pode ser a atração principal,” diz Yorn relaxando. “Nós abririamos o show.” Johansson também relaxada. “Sabe, eu não me importaria ver Led Zeppelin lá conosco.”

Francamente, com a essa quantidade de conexões e poder, vocês não seriam colocados muito para traz.

Apart está a vendo no Capitol Records.

Confira a entrevista que a Scarlett e o Peter Yorn deram a Entertainment Weekly:

Nove anos depois de “Break Up” uni-los, o cantor e escritor Peter Yorn e a Scarlett Johansson estão juntos novamente em Apart. O novo e sonhado EP demonstra que a criativa parceria entre o cantor e a estrela de cinema é muito mais próxima do que você poderia esperar. Nós falamos com eles sobre o novo projeto.

Entrevistadora: Por que levou quase uma década para vocês gravarem outro EP?

Johansson: Não havia pressão externa. Só aconteceu naturalmente. Eu estava semeando as sementes na esperança de que ele quisesse fazer outro álbum comigo [depois de Break Up], mas nada aconteceu. [Risadas]. Eu acho que isso é o que Pete gosta. Yorn: Nós brincamos que isto seria o registro das gravações, mas ainda não chegamos lá. Agora nós quase não nos conhecemos. Estamos vivendo vidas completamente diferentes.

Entrevistadora: Qual foi a maior diferença entre produzir o primeiro EP e esse novo?

Johansson: Na época, muita coisa tinha acontecido. Ambos estávamos saindo de relações, ambos somos pais agora, nós crescemos como artistas. Parece como uma coisa que nós provavelmente não teríamos feito 10 anos atrás porque não temos a perspectiva de agora. Yorn: Eu acho que é legal voltar pra algo do passado. Obviamente, Scar esteve em vários projetos e teve muitas experiências. As vezes eu pensava em escrever uma música e eu refletia, “seria tão legal cantar isso com a Scarlett.,” mas eu deixava de lado. A primeira vez que eu falei com ela [sobre a ideia do collab] ela ficou totalmente surpresa, e eu basicamente fiz a mesma coisa dessa vez.

Entrevistadora: Scarlett, também lançou um album solo, Anywhere I Lay My Head, em 2008. Como está indo a colaboração de vocês nesse novo EP?

Johansson: Eu realmente amo cantar com o Pete. Eu sou uma grande fã das músicas dele. Eu conheço o Pete desde que eu tinha 15, 16 anos provavelmente. Quando você tem tanta história com alguém, você tem um certo tipo de taquigrafia com eles. Nós somos quase uma família. Quando eu estou trabalhando com um diretor-escritor ou outro ator, nesse caso, um cantor e escritor, a ideia da parceria com as mesmas pessoas e materiais diferentes da nossa realidade é bem interessante pra mim. Compartilhar criatividade com alguém, é um prazer. Yorn: Scarlett é uma das maiores profissionais não-profissionais que eu já conheci. Ela vai no estúdio e arrasa. Ela é uma das estudantes mais esperta. Ela vai aprender uma música tão rápido e fazer logo sua própria.

Entrevistadora: Scarlett, como produzir músicas afetou na sua carreira como atriz?

Johansson: Eu não sei se isso afetou necessariamente, mas eu tive a oportunidade de gravar algumas músicas para os filmes que eu participei. Jon Favreau me pediu para gravar uma música para a The Jungle Book soundtrack, o que foi divertido.

Entrevistadora: Scarlett, você tem uma música ou álbum favorito do Pete?

Johansson: Claro que eu amo Musicforthemorningafter porque eu cresci naquilo. Foi a colisão perfeita de tempo e lugar. Eu estava na época certa para aquele álbum. E ainda soa ótimo.

Entrevistadora: Pete, qual seu filme favorito da Scarlett?

Yorn: Eu sou um grande fã de Match Point. Esse filme foi realmente especial. Mesmo que seja só a voz dela, eu acho que fala bem sobre a sua personalidade.

Entrevistadora: Pete, se você pudesse ser um Vingador por um dia, qual você seria?

Yorn: Acho que era pra eu falar Viúva Negra [Risadas]. Eu não sei. Eu sempre me confundo com quem está sempre lá. Thor — o cara do martelo — é bem top. Eu ainda não consegui assistir Vingadores: Guerra Infinita. Eu não saio muito.

Aconteceu na noite desta segunda-feira, 7, no The Metropolitan Museum of Art, em Nova York, um dos maiores eventos fashionistas: MET Gala. O tema deste ano Heavenly Bodies: Fashion & The Catholic Imagination, envolveu a relação do catolicismo com a moda.

Scarlett Johansson compareceu ao evento beneficente usando vestido Marchesa. Confira todas as fotos em nossa galeria e os vídeos da atriz no tapete vermelho:

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O site gamesradar fez uma entrevista com os escritores de Avengers 4; Christopher Markus e Stephen McFeely afirmaram que Natasha é uma das personagens mais difíceis de criar diálogos.


Nem todo mundo foi divertido de escrever como o Thanos, Markus revela: ”Eu diria que Viúva Negra e Steve Rogers são os mais difíceis de escrever porque nenhum deles fala muito, então sempre que escrevo uma cena onde eles sentam para conversar, tem que ser cortada porque não parece certo. Eles têm muitas histórias, então é difícil em um filme onde você não está gastando todo tempo com eles tentando retrata-los de uma forma multidimensional. Se você viu Avengers: Infinity War, você vê que é verdade porque o Cap e a Viúva Negra mal estão nele, isso aparentemente vai mudar em Avengers 4. Ele fala: ”Acho que nós fizemos….ao longo dos filmes…esses dois tem…há uma grande…eu só queria alguém para gesticular para mim e falar ’Cala a boca’ [rindo]”, Claramente, Markus estava perto de contar algo sobre Avengers 4 e teve que parar – não tive problema com isso, quero ser surpreendido – mas pelo menos deixará a mente de alguns fãs à vontade para saber que os papéis de Cap e Avengers 4 da Black Widow vão compensar suas partes menores em Infinity War. ”Claro, ao longo dos dois filmes todos tem tempo igual, pode se dizer,” Makus finalmente fala. Mcfelly confirma: Até seu personagem preferido em um filme não se sente como a estrela, ao longe de ambos os filmes eles terão muito tempo e história na tela.

Continuando a divulgação de Vingadores: Guerra Infinita, Scarlett Johansson e parte do elenco foram ao programa Jimmy Kimmel Live! no dia 24 de abril. Durante a entrevista, o elenco falou sobre o sucesso de Pantera Negra e Guardiões da Galáxia, quem entre todos é o menos confiável com spoilers e cada um desenhou seu personagem, os quais serão leiloados para caridade. Confira abaixo os vídeos e as fotos de Scarlett no programa e chegando ao estúdio:

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De acordo com o Screen Rant, a Marvel já se encontrou com diversas diretoras mulheres para o filme solo da Viúva Negra. Confira mais informações na matéria traduzida pela nossa equipe.

Um novo relato não apenas confirma que a Marvel Studios está procurando contratar diretoras para o solo de Viúva Negra, como também já há vários nomes na mistura. Mesmo que a Marvel tenha estado perto de contratar diretoras antigamente – Patty Jenkins quase dirigiu Thor: Mundo Sombrio enquanto Ava DuVernay estava nas conversas sobre Pantera Negra -, eles ainda têm que encontrar o criador certo. Isso em breve mudará já que mulheres farão parte do futuro da Marvel. Capitã Marvel, contará com a dupla Anna Boden e Ryan Fleck. E além disso, há potencial com o filme solo da Viúva Negra.

Nós não sabemos muito sobre Viúva Negra, mas aparenta estar em desenvolvimento após anos de rumores – e pedidos de fãs. Quando o filme foi anunciado, o roteirista Jac Schaeffer estava a bordo. E o filme, com certeza, é estrelado por Scarlett Johansson. O próximo grande anúncio sobre o filme será a data de lançamento e o diretor, o primeiro dos dois dificilmente será revelado até Vingadores 4. Mas agora, nós temos alguns nomes de quem poderia liderar o filme.

THR está reportando que a Marvel Studios está procurando ativamente por diretoras para Viúva Negra. Até então, a lista inclui Deniz Gamze Erguvem (Kings), Chloe Zhao (The Rider) e Amma Asante (Um Reino Unido). A indústria também menciona várias outras, com Justin Kroll, da Variety, constatando que Maggie Betts (Novitiate) e Angela Robinson (Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas) estão entre aquelas que serão consideradas.

Apesar de todas as diretoras mencionadas terem experiencia na indústria (muitas tem sido
roteiristas, produtoras e atrizes juntamente a direções), todas são iniciantes e nenhuma pegou um projeto tão grande quando um filme da Marvel. Ainda assim, todos nós sabemos que a Marvel tem um bom histórico com filmes blockbusters e tem feito um trabalho fantástico até então trazendo pessoal de filmes indie.

Todos os nomes na lista receberem aclamação da crítica, o que parece ser mais que suficiente para a Marvel. Angela Robinson é, particularmente, uma escolha interessante já que ela fez “Professor Marston e as Mulheres Maravilhas” ano passado, que contou a história da criação da Mulher-Maravilha. Dessa forma, ela já lidou com um filme de perfil razoavelmente alto que lida com uma super heroína.

Além dos relatos dos diretores estarem sendo procurados, nós recentemente aprendemos um pouco mais sobre o que a história de Viúva Negra poderia tratar. Aparentemente, o filme será uma sequência que explora os primeiros dias da espiã e poderia até mesmo incluir O Soldado Invernal. Por sua parte, Sebastian Stan está interessado em Viúva Negra. Esperançosamente, com a fase 3 se finalizando, nós saberemos mais sobre o futuro do MCU e Viúva Negra em breve.